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IA na advocacia: o que muda e o que continua sendo humano

Equipe Argora · 3 de jun. de 2026 · 5 min de leitura

Toda boa ferramenta de IA jurídica parte de um princípio: a palavra final é do advogado. A IA monta, organiza e verifica; você revisa, ajusta e protocola.

O que a IA faz bem

  • Ler volume e estruturar (cronologia, síntese fática, requisitos).
  • Encontrar e conferir fontes — lei vigente, acórdão com inteiro teor.
  • Padronizar a forma (ABNT, requisitos obrigatórios, registro de tribunal).

O que continua humano

  • A estratégia: qual tese, qual ordem, qual risco assumir.
  • O juízo sobre o caso concreto e o cliente.
  • A responsabilidade ética e profissional (Provimento OAB 205/2021; Resolução CNJ sobre IA).
A IA não é advogada. É uma ferramenta sob o seu comando — e toda peça leva o aviso de revisão obrigatória.

A Argora foi desenhada assim de propósito: nada de "geração automática" sem supervisão. A peça vem pronta para a sua revisão, com cada fonte conferível ao lado.

Sua minuta pronta a partir dos autos.

Com cada citação conferida na fonte. Você revisa e protocola.

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